Retire o seu exame
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Saúde da mulher

Prevenir é a melhor forma de manter a saúde em dia. Visitar um ginecologista no mínimo uma vez por ano deve fazer parte da rotina de toda mulher depois da primeira menstruação. De acordo com o INCA – Instituto Nacional do Câncer - o câncer de colo de útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Dados apontam que, por ano, o câncer faz cerca de 4.800 vítimas fatais e 18.430 novos casos são apresentados. O Ministério da Saúde também registra a cada ano 137 mil novos casos de HPV no país, vírus responsável por 90% dos casos de câncer de colo de útero.

Para a mulher que já teve a sua primeira relação sexual, o exame de Papanicolau deve entrar na lista de exames rotineiros. Rápido, simples e indolor, esse é o principal exame para detectar lesões antecipadamente e fazer o diagnóstico da doença logo no início, antes que a mulher comece a ter sintomas. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) nos dois dias anteriores ao exame, evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. É importante destacar que mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.

Se o resultado do exame mostrar células normais, não será necessário nenhum tipo de tratamento. Caso haja alguma infecção, o ginecologista irá orientar para um tratamento específico. Porém, se as células apresentarem alguma alteração, talvez seja necessários outros exames, como por exemplo, uma Colposcopia, que permite detectar precocemente o câncer do colo do útero e diagnosticar alterações na vagina e vulva.

HPV

O HPV (papilomavírus humano) é muito comum e afeta principalmente as mulheres. São conhecidos mais de 100 tipos diferentes e alguns deles causam verrugas nas mãos, genitais, boca, garganta e pés. Entretanto, a maioria não causa nenhum tipo de sintoma e desaparece sem qualquer tratamento. Cerca de 30 tipos de HPV são conhecidos como HPV genitais, porque afetam a área genital. Alguns provocam mudanças nas células do revestimento do colo do útero e caso não sejam tratadas, essas células anormais pode se tornar cancerosas.

Aproximadamente 50% da população sexualmente ativa entram - em algum momento da vida - em contato com o HPV já que o uso do preservativo não é 100% eficaz. O trato genital pode ser infectado por dois grupos de HPV: oncogênicos (relacionados ao câncer do colo do útero) e não oncogênicos. Os tipos 16 e 18 destacam-se entre os primeiros, pois são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero. Outros HPVs (entre eles os 45, 31, 33 e 52) também são causa de câncer. Entre os HPVs não congênitos destacam-se os tipos 6 e 11, causadores de 90% das verrugas genitais.

A principal forma de prevenção é a vacina contra o HPV que funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

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